Será amor? Ou será meros atalhos para dor? Só sei que dói. Dói com vigor. Dói da maneira mais martirizante que se pode existir. E, ao mesmo tempo que sangra, vai curando, vai fortalecendo, se cicatrizando; Será esse o tal amor, que tantos loucos gritam por ai? […] Anuncio, aqui, enterrando minha lucidez, abraçando a utopia dos insanos: Estou amando! E mesmo que doa, mesmo que rasgue, mesmo que mate, mesmo que morra… amarei, porque sem esse amor, ainda que eu viva eternamente, não viverei.”
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