segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

“É amor […] por você joguei o orgulho fora, passei noites em claro no telefone só pra ouvir sua respiração, talvez tenha até perdido parte daquela frieza que tanto gelava meu coração antes de te conhecer. Pode ser que eu tenha mudado, só um pouquinho talvez, não sei. Mas se mudei foi para aguentar suas crises de ciumes, seu jeito complicado, todo inexplicável. Se mudei foi por ser preciso, preciso pra te ter pequeno príncipe, que insiste em dizer que não és perfeito, que insiste em partir sabendo que irás voltar. E por ti sou paciente na espera de te ver chegar com esse teu sorriso bobo, andando pra me abraçar. Não sei se isso tudo é tão suficiente para você como és para mim. Mas na noite as estrelas brilham e se eu pudesse iria até o céu buscá-las pra te dar. De dia o sol queima quem dera eu pudesse te proteger. É amor, […] fiz de ti o complemento dos meus erros, as qualidades pros meus defeitos, a obrigação das minhas falhas arrumar. Diz que permanecerá aqui pra ser só nós dois, opostos atraídos, juntos por um tempo sem fim […]”

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