quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

“Só quando ela se for embora é que vais perceber que deixaste o amor da tua vida ir, fugir-te como areia por entre os dedos. Porque foi que ela se fartou? Talvez ela esperava até às 5 da manhã por algum sinal de ti. Ela procurava uma simples e eficaz maneira de te dizer o que sentia. De te dizer o que significavas para ela. Viraste a vida dela de pernas para o ar. Fizeste-a sonhar tão alto e depois... depois deixaste-a cair. Não tinhas esse direito. E depois querias que ela continuasse atrás de ti, querias o amor dela sem a intenção de a amares e, quanto ela mais te queria, menos te davas. Só te davas inteiramente quando pretendias algo dela. Ela sorria, mas tinha lágrimas nos olhos e vontade de chorar. Ela podia viver sem ti, mas sem ti, não tinha razões para viver.” 

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